Quando estamos esgotados é a carne viva que se mostra, o nervo que dá uma pontada, o pulso que pulsa.  
O esgotamento é a condição pro novo, que vai brotar, o que não sei: o anômalo, o inefável ! 
Não sem dor. Toda realidade que se expande, comporta uma quantidade aceitável de dor. 
Sabemos nadar em águas turbulentas, mergulhar fundo, mas não sabemos como vai ser depois de vencer a arrebentação.





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